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Confiança no Judiciário



Artigo publicado no Judiciário e Sociedade, com base no estudo da FGV afirma que: "Para mais da metade de gaúchos pesquisados (62,3%) a Justiça é capaz de solucionar conflitos e, na avaliação de 56,3%, é também imparcial e honesta, segundo levantamento divulgado pelo Direito GV, da Fundação Getúlio Vargas. Com 74 pontos, o Judiciário gaúcho detém ainda o mais alto Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil), superando São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife. A média nacional ficou em 65 pontos." e também: "possui o maior número de casos novos por habitante tanto no 1º quanto no 2º Grau, em comparação com os demais tribunais no país."

Nesse sentido, nós Oficiais de Justiça, possuímos um papel importante na eficácia da prestação jurisdicional e, sem extrapolar nossas atribuições, nos dedicamos a dar o cumprimento mais efetivo possível, principalmente naquelas ordens em que estamos sujeitos às "malandragens" e artifícios criados para dificultar ou impedir a conclusão eficaz do mandado.

No entanto, devido à demanda gigantesca a que estamos submetidos, muitas vezes não há tempo e viabilidade financeira para renovar as diligências ou ainda por exemplo, passar uma dia aguardando a pessoa procurada. Lembra-se também que a Consolidação Normativa Judicial dispõe: “Art. 595 – Os endereços das partes a serem citadas ou intimadas deverão constar da forma mais completa possível, bem como, quando for o caso, a indicação dos bens a serem penhorados.”

Portanto, não fazemos os “milagres” que muitas vezes as partes esperam que façamos, mas no limite dos meios disponíveis, fazemos o melhor para zelar pelo prestígio da Justiça.
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